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Três razões para aprender terapias orientais

Três Razões para Aprender Terapias Orientais

Ainda paira sobre o senso comum a idéia de que o aprendizado sobre terapias orientais se restrinja apenas aos profissionais da área. Esse artigo visa esclarecer por quais razões um número crescente de pessoas em todo o mundo opta pela decisão de aprender sobre as práticas terapêuticas do Oriente. 



Prevenção e Manutenção da sua Própria Saúde

O primeiro ponto é evidente em si mesmo: com o conhecimento e técnica, passa-se a ter mais recursos para si mesmo e à família, contribuindo para ao desenvolvimento de organismos mais saudáveis, prevenindo doenças e reduzindo a necessidade de intervenções medicamentosas. Além disso, as medicinas orientais contribuem significativamente para o desenvolvimento do vigor, da serenidade e clareza mental, indispensáveis para lidar com as dificuldades do dia-a-dia de forma equilibrada. 




Uma Nova Compreensão sobre Saúde, Mente, Corpo e Natureza  

O segundo ponto é que o contato com o aprendizado das terapias nos leva a uma nova compreensão sobre saúde, sobre o corpo, a mente, a natureza e os próprios ciclos da vida. O paradigma oriental que envolve esses temas divergem do pensamento dualista e cartesiano predominante no Ocidente. No Ocidente, a saúde no senso comum muitas vezes significa apenas a ausência de doenças e sintomas. Na perspecitva das medicinas orientais, no entanto, saúde é um estado de equilíbrio físico e mental, oriundo de um espírito forte e um estilo de vida que preserva o organismo. Outro ponto é que, enquanto o primeiro enxerga o corpo e a mente como dois elementos opostos e separados, no Oriente o corpo e a mente são vistos como partes de um sistema integrado, de modo que é impossível intervir em um sem que se afete o outro, de modo que a intervenção visa o sistema por completo. Outro ponto interessante a se observar é a relação com a natureza: enquanto na ciência ocidental a natureza é estudada para ser utilizada, dominada e controlada, os conhecimentos medicinais e tradicionais do Oriente têm por objetivo conhecê-la para abrir uma maior possibilidade de harmonização com a mesma, reconhecendo o ser humano como parte indissociável de um grande conjunto. 


Desenvolvimento da Empatia 

No estudo das medicinas orientais, tem-se como base a clara perspectiva de como o nosso comportamento afeta nossa saúde e a saúde o nosso comportamento, e que o desequilíbrio em forma de uma cadeia sequencial de negatividade e doença. Com base nisso, à medida que estuda-se e identifica-se os padrões, fica mais fácil compreender que muitas das atitudes desagradáveis que nós ou outras pessoas expressam é resultado de um adoecimento interior, fruto do desequilíbrio do nosso sistema por conta da ignorância em relação à realidade da dinâmica da vida. Assim, identificando os padrões e as causas dos desequiíbrios, é possível entender de onde vem as aflições e atitudes que trazem prejuízos à saúde e às relações, se tornando mais fácil manter em uma postura saudável e assim desenvolver e expressar maior compaixão por nós mesmos e por todos que estão em estado de aflição e precisam de auxílio para encontrar seu próprio eixo.

Ocultas do Ocidente durante milênios, hoje as práticas terapêuticas orientais estão acessíveis a todos os interessados em desenvolver saúde e qualidade de vida, e sua eficácia reafirma a razão da sua expansão pelo mundo: a existência de uma ferramenta para a construção da harmonia do nosso ser com o próprio fluxo da vida. 



André Freire é praticante de Yang Tai Chi Chuan Tradicional, terapeuta Reiki e Shiatsu Tradicional da escola Imperial Japonesa, membro dá Chin Woo Martial Arts Institute.

Revisado por André Silva.

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